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Você Sabia que a Síndrome de Burnout pode Danificar o Coração?


Sentir-se exausto, irritado e abatido o tempo todo, também conhecido como síndrome de burnout, pode afetar a saúde mental e física.


Um novo estudo sugere que síndrome de burnout também pode causar danos ao coração, levando a um ritmo cardíaco potencialmente fatal.


A fibrilação atrial (AF) é o tipo mais comum de batimento cardíaco irregular, afetando pelo menos 2,7 milhões de americanos.


Além de um batimento cardíaco irregular, a condição pode causar sintomas como dor no peito, palpitações cardíacas, tontura, falta de ar e fadiga. A AF também pode aumentar o risco de derrame, mesmo quando os sintomas não estão presentes.



Na nova pesquisa, publicada no jornal médico European Journal of Preventive Cardiology, os pesquisadores descobriram uma ligação entre a síndrome de burnout grave, também conhecida como exaustão vital, e o risco de desenvolver fibrilação atrial.


A Organização Mundial da Saúde vincula a síndrome de burnout ao “estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”.


Uma pesquisa recente constatou que cerca de dois terços dos trabalhadores em período integral sofreram desgaste no trabalho, com quase um quarto se sentindo esgotado "com muita frequência ou sempre".


No entanto, os autores da análise afirmam que a síndrome de burnout pode ser causada por qualquer estressor, incluindo estresse ou tensão pessoal em casa ou em família.



No novo estudo, os cientistas acompanharam mais de 11.000 pessoas por quase 25 anos, procurando sinais de exaustão vital, raiva, uso de antidepressivos e baixo apoio social.


Foi então descoberto que pessoas com os níveis mais altos de exaustão vital tinham um risco maior de desenvolver AF durante o acompanhamento.


As pessoas que relataram usar antidepressivos também tiveram um risco maior de desenvolver AF, embora esse efeito tenha desaparecido quando os pesquisadores levaram em conta outros fatores que podem contribuir para a condição.



Mesmo que o novo estudo tenha encontrado uma associação entre a síndrome de burnout e o risco de desenvolver AF, o estresse crônico pode afetar o corpo de outras maneiras.


Portanto, mesmo que seu risco de AF seja baixo, aprender a eliminar ou gerenciar o estresse ainda é uma coisa boa.


Mudanças no estilo de vida como a prática de exercícios e terapia podem ajudar.


Fonte:HealthLine.

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