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Update sobre o Novo Coronavírus no Brasil e no Mundo, Part. 23:


A pandemia do novo coronavírus infectou mais de 8.477.500 pessoas em todo mundo, segundo dados oficiais. Na manhã de sexta-feira, pelo menos 453.800 pessoas perderam suas vidas.


A grande maioria dos países registrou aumento nos casos de infectados, segundo dados oficiais. Em 17 de junho, mais casos novos foram relatados em um único dia em todo o mundo, batendo recorde: 166.099. O aumento foi impulsionado por epicentros da doença na América Latina, África, Ásia e Oriente Médio.


Mais de um quarto de todas as mortes relatadas ocorreu nos Estados Unidos. Mas a geografia da pandemia está mudando rapidamente.


O aumento em alguns países pode ser atribuído a melhores programas de teste. Mas em muitos lugares, parece que o vírus chegou agora apenas com um amplo escopo e força fatal.


O número de mortos no Brasil, o maior país da América Latina, passou de 40.000 na terça-feira, quando autoridades registraram 1.362 mortes, que foi o maior total de um dia no país.



O presidente Jair Bolsonaro, que minimizou repetidamente a ameaça, disse: "Sentimos muito por todos os mortos, mas esse é o destino de todos".


O Brasil agora tem mais de meio milhão de casos conhecidos, perdendo apenas para os Estados Unidos.


E, apesar do número crescente de casos e hospitais que estão próximos da capacidade máxima, as empresas começaram a reabrir nas principais cidades, incluindo Rio de Janeiro, Manaus e Vitória.


O Peru tem mais de 170.000 casos confirmados, apesar de ter se preparado para o vírus mais cedo. O presidente, Martín Vizcarra, ordenou um dos primeiros bloqueios nacionais na América do Sul. Embora o número oficial de mortes por vírus seja de cerca de 5.000, o país teve 14.000 mortes a mais do que o normal em maio, sugerindo que um número crescente de pessoas está morrendo em casa enquanto os hospitais lutam para lidar com uma enxurrada de casos.


A pandemia provocou um êxodo de Lima, a capital, pois as pessoas incapazes de trabalhar fugiam de ônibus e até a pé para fazendas familiares. É amplamente esperado que o número de novos casos e mortes continue a aumentar nas próximas semanas, à medida que o inverno se aproxima e a economia reabra lentamente.



Durante meses, o Egito, o país mais populoso do mundo árabe, pareceu evitar o pior da pandemia. No início de março, o país confirmou 45 casos em um barco de turismo no Nilo na região, entre tripulação e passageiros. Mas, recentemente, o número de infectados aumentou significativamente, chegando a 27.536 na última terça-feira.


Com mais de 35.000 infecções confirmadas, a África do Sul ainda tem um número crescente de novos casos, apesar de ter feito um bloqueio estrito em março que incluiu a proibição da venda de tabaco e álcool. A proibição foi suspensa este mês, embora o número total de casos continue a aumentar.


Novo Tratamento para Pacientes Graves:


Um medicamento barato e amplamente disponível pode ajudar a salvar a vida de pacientes gravemente doentes com coronavírus.


O tratamento com esteróides em baixa dose de dexametasona é um grande avanço na luta contra o vírus mortal, dizem especialistas do Reino Unido.



A droga faz parte do maior teste do mundo sobre tratamentos existentes para verificar sua eficácia contra o novo coronavírus.


Ele reduziu o risco de morte em um terço para pacientes em ventiladores. Para os que precisaram de oxigênio, reduziu as mortes em um quinto.


Se o medicamento tivesse sido usado para tratar pacientes no Reino Unido desde o início da pandemia, até 5.000 vidas poderiam ter sido salvas, dizem os pesquisadores.


Brasil:


O Brasil teve 1.238 novas mortes registradas em função da covid-19 registradas nas últimas 24 horas, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada hoje (18). Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 47.748 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus.


O balanço da pasta contabilizou também 22.765 novos casos da doença, totalizando 978.142.



A atualização diária traz um aumento de 2,6% no número de óbitos em relação a ontem, quando o total estava em 46.510. Já o acréscimo de casos confirmados marcou uma variação de 2,3% sobre o número de ontem, quando os dados do Ministério da Saúde registravam 955.377 pessoas infectadas.


Do total, 448.292 pessoas estão em observação, 482.102 foram recuperadas e 2.982 mortes estão em investigação.


A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,9%. A mortalidade (falecimentos por 100.000 habitantes) foi de 22,7. Já incidência (casos confirmados por 100.000 habitantes) ficou em 465,5.


“Quando você olha a inclinação da curva epidemiológica por semana, dá a entender que nós estamos entrando em um platô, que a curva se encaminha para uma estabilidade. Precisamos confirmar se esta tendência permanece com o passar das duas próximas semanas epidemiológicas”, declarou o novo secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, em entrevista no Palácio do Planalto.



Medeiros acrescentou que no caso da curva de novas mortes, também há uma tendência de estabilização. “Da última semana para cá, houve diminuição do número de novos óbitos. A gente precisa acompanhar os dados mas isso nos mostra uma tendência de diminuição de novos óbitos”, comentou o secretário.


Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (11.846), Rio de Janeiro (8.412), Ceará (5.377), Pará (4.395) e Pernambuco (4.057). Ainda figuram entres os com altos índices de vítimas fatais em função da pandemia Amazonas (2.605), Maranhão (1.607), Bahia (1.263), Espírito Santo (1.217), Alagoas (831) e Paraíba (709).




Continue o isolamento e lave as mãos!








Fonte:NYtimes/BBC/AgenciaEBC.

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