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Update sobre o Novo Coronavírus:


O novo coronavírus continua se espalhando pelo mundo, com mais de 6,5 milhões de casos confirmados em 188 países. Quase 400.000 pessoas perderam a vida.


Os EUA têm de longe o maior número de casos, quase um terço do total global, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. O país também tem o maior número de mortos, seguido pelo Reino Unido e Brasil.


Especialistas acreditam que o número real de casos seja muito maior do que os números relatados, já que muitos daqueles com sintomas mais leves não foram testados e contados.


Enquanto alguns países começam uma diminuição nos casos confirmados e mortes após restrições sociais, outros ainda observam os números aumentarem.


Um forte crescimento de casos na América Latina na segunda quinzena de maio levou a OMS a dizer que as Américas estavam no centro da pandemia. Mas também houve novos picos na África, Ásia e Oriente Médio.



Existe uma preocupação especial com a situação no Brasil, que atualmente possui mais de 600.000 casos da doença e cerca de 35.000 mortes, segundo dados oficiais. Na mesma semana em que o número de mortes em um dia atingiu o recorde duas vezes, o presidente Bolsonaro disse que a morte era o destino de todos e culpou a mídia por provocar pânico.


O número de mortos no Brasil pode exceder 125.000 no início de agosto, de acordo com uma projeção de especialistas da Universidade de Washington.


Vários outros países da América Latina estão enfrentando surtos generalizados, incluindo Peru, México, Chile e Equador.


A Rússia e Índia viram as infecções aumentarem rapidamente nas últimas semanas, e o Irã mostra sinais de uma segunda onda da pandemia.


Na África, o Egito, Nigéria e África do Sul, foram os países mais afetados.


Estudo com Hidroxicloroquina Retomado pela OMS:




Duas importantes revistas médicas retiraram estudos publicados sobre os efeitos da Hidroxicloroquina em pacientes com o novo coronavírus, nessa última quinta-feira, devido a preocupações com a veracidade dos dados utilizados.


Os autores das análises, uma publicada no The Lancet e outra no The New England Journal of Medicine, solicitaram a retirada das mesmas, porque não conseguiram disponibilizar para os auditores independentes todas as informações necessárias de verificação.


Os estudos afirmavam que pacientes com Covid-19 tratados com hidroxicloroquina e cloroquina tinham maior probabilidade de morrer ou sofrer efeitos colaterais perigosos, além de não apresentar melhoras significantes.


Vários países e a Organização Mundial da Saúde pausaram estudos em andamento para avaliar a eficácia dos medicamentos com base no estudo do The Lancet.


Após o comunicado de retração, a OMS decidiu retomar os estudos sobre a Hidroxicloroquina.


Cientistas alertam que a volta do estudo sobre o medicamento não significa a sua eficácia e que mais tempo será necessário para uma melhor avaliação.



Vacina:


A pesquisa está acontecendo a uma velocidade vertiginosa. Cerca de 80 grupos em todo o mundo estão pesquisando vacinas e alguns já estão entrando em ensaios clínicos.



Uma vacina normalmente levaria anos, se não décadas, para se desenvolver. Os pesquisadores esperam alcançar a mesma quantidade de trabalho em apenas alguns meses.


O Brasil iniciará neste mês testes com a potencial vacina que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, contra a covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, informaram a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que participará do estudo, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A autorização para que os testes sejam realizados no país foi publicada pela Anvisa em edição extra do Diário Oficial da União na noite de terça-feira (2). Segundo a Unifesp, duas mil pessoas participarão dos testes, que serão feitos também com apoio do Ministério da Saúde.



"O mais importante é realizar essa etapa do estudo agora, quando a curva epidemiológica ainda é ascendente e os resultados poderão ser mais assertivos", disse a coordenadora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), da Unifesp, Lily Yin Weckx, que é a investigadora principal do estudo, segundo comunicado da universidade.

Para a etapa dos testes em São Paulo, serão selecionados 1 mil voluntários que estejam na linha de frente do combate à covid-19, pois estão mais expostos à doença. Os voluntários não podem ter entrado em contato com a covid-19.


De acordo com a Unifesp, os testes, que serão financiados pela Fundação Lemann, contribuirão para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para o final deste ano. O registro formal, entretanto, só ocorrerá após o fim dos estudos em todos os países participantes, disse a universidade.



A maioria dos especialistas acredita que uma vacina provavelmente estará disponível em meados de 2021, cerca de 12 a 18 meses após o surgimento do novo vírus, conhecido oficialmente como Sars-CoV-2.


Isso seria um grande feito científico e não há garantias de que funcione.


Quatro coronavírus já circulam em seres humanos. Eles causam sintomas comuns de resfriado e não temos vacinas para nenhum deles.



Mantenha o isolamento e se cuide!




Fonte:CNN/BBC/NYtimes/AgenciaEBCbrasil.

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