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Update sobre o COVID-19, Part. 14:


O novo coronavírus continua se espalhando pelo mundo, com mais de três milhões de casos confirmados em 185 países. As fatalidades ultrapassam os 200.000. Os EUA têm, de longe, o maior número de casos, com mais de um milhão de infecções confirmadas, segundo dados coletados pela Universidade Johns Hopkins. O país também apresenta o maior número de mortos no mundo, mais de 60.000. Itália, Reino Unido, Espanha e França - os países europeus mais atingidos - registraram mais de 20.000 mortes. Na China, o número oficial de mortos está chegando a 5.000, de cerca de 84.000 casos confirmados. Os números de mortes aumentaram em 17 de abril, após o que as autoridades chamaram de "uma revisão estatística" e os críticos questionaram se os números oficiais do país podem ser confiáveis. Enquanto os EUA e grande parte da Europa foram duramente atingidos pelo vírus, alguns países conseguiram evitar o número de mortos relativamente alto.


A Nova Zelândia, por exemplo, diz que efetivamente eliminou a ameaça após menos de 1.500 casos confirmados e apenas 19 mortes. Suas autoridades haviam adotado algumas das mais difíceis restrições a viagens e atividades no início da pandemia - medidas que estão sendo relaxadas. Algumas empresas não essenciais devem reabrir esta semana, no entanto, a maioria das pessoas precisará ficar em casa e evitar a interação social. A Austrália também planeja revisar seu bloqueio mais cedo do que o esperado, depois que autoridades de saúde disseram que o país "de maneira bastante convincente" restringiu a disseminação do vírus. Em toda a América Latina, onde muitas economias já estão lutando e milhões vivem com o que podem ganhar no dia-a-dia, há preocupações sobre a tensão que o crescente número de casos de vírus pode causar nos sistemas de saúde. De preocupação particular são o Equador e o Brasil.


O Equador já viu seu sistema de saúde entrar em colapso - milhares morreram devido ao vírus e outras condições que não puderam ser tratadas por causa da crise. O Brasil também viu um aumento acentuado em casos e mortes em todos os seus estados. Brasil: O brasil ultrapassou a China no número de mortes causadas pelo COVID-19. Dos 85.380 casos confirmados, 35.935 (42%) estão recuperados e outros 43.544 estão em acompanhamento. O Ministério da Saúde registrou 5.901 mortes da doença no Brasil até as 14h desta quinta-feira (30), segundo informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde de todo o país.

Nas últimas 24 horas, foram 7.218 casos novos e 435 novos óbitos.

Atualmente, todos os estados brasileiros registram casos e mortes por coronavírus. São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 28.698 casos e 2.375 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 9.453 casos e 854 óbitos. O estado que registra menos notificações é Tocantins, com 137 confirmações e três mortes.


Explosão em Blumenau:


O epidemiologista Lúcio Botelho, professor do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), vem acompanhando a evolução da epidemia no Estado de Santa Catarina e diz que houve, nos últimos dias, um aumento muito grande em alguns municípios catarinenses, Blumenau entre eles.

De 20 de março, quando foram confirmados os primeiros dois casos na cidade, até 24 de abril, a curva de contágio local vinha se elevando gradualmente, com um acréscimo diário de novos casos na casa de um dígito.

Mas, em 25 de abril, foram confirmados, de uma só vez, 25 casos em Blumenau, um aumento de 23,8% em relação ao dia anterior. Em 26 de abril, houve um salto ainda maior, de 28,5%, quando o total passou para 167.

No dia seguinte, houve apenas mais um novo caso. Mas, em 28 de abril, foram confirmados 26 novos casos, um aumento de 15,5%. "Sem dúvida, isso está relacionado à diminuição do isolamento social", diz Botelho.


A disparada teve início 12 dias após o comércio começar a reabrir na cidade. Para o virologista Aguinaldo Pinto, isso "não é uma coincidência", porque os sintomas da COVID-19 surgem, em média, até 14 dias depois da infecção.

"Como caiu o distanciamento social, as pessoas estão se aproximando mais, e isso permite que elas transmitam mais o vírus", diz Pinto, que é professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFSC.

"Esse período de 12 dias até o surgimento desses números mais expressivos é um dado importante, porque está dentro do esperado do tempo entre uma pessoa se infectar e começar a ter sintomas mais graves." Novo estudo sobre olfato: Um novo estudo descobriu que a perda do olfato, que é um sintoma relatado do COVID-19, pode indicar um caso mais brando da doença.


A pesquisa, publicada no Fórum Internacional de Alergia e Rinologia, pode ser valiosa para permitir que os médicos identifiquem quais pacientes com o novo coronavírus precisam de hospitalização e quais podem ser capazes de tratar a doença em casa. Se for possível confirmar que as pessoas que experimentam perda de olfato como sintoma precoce têm menos probabilidade de desenvolver uma infecção grave, os hospitais podem aliviar a pressão sobre seus recursos enviando esses indivíduos para casa para cuidar de si mesmos. O autor sênior do artigo, Dr. Adam S. DeConde, médico do departamento de cirurgia da Universidade da Califórnia, observa que os pacientes que relataram perda de olfato tinham 10 vezes menos probabilidade de serem internados para COVID-19. Além disso, a anosmia [perda de olfato] não foi associado a nenhuma outra medida relacionada à decisão de internação, sugerindo que é realmente um fator independente e pode servir como um marcador para manifestações mais leves do COVID-19. Se inscreva no blog para acompanhar as atualizações semanais sobre o COVID-19!

Se previna e mantenha o isolamento.

Fonte:MedicalNewsToday/BBC/Saude.Gov/

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