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Status Socioeconômico e Saúde Cardiovascular:



Não dormir o suficiente é um fator de risco para doenças cardiovasculares.


E por várias razões, pessoas com status socioeconômico mais baixo tendem a dormir menos.


Isso pode ser parte da razão pela qual pessoas com renda mais baixa têm mais problemas de saúde cardíaca, de acordo com um estudo publicado na revista médica Cardiovascular Research.


Os pesquisadores observaram que pessoas que trabalham fora do horário comercial, moram em bairros carentes ou experimentaram adversidades na infância têm uma maior prevalência de distúrbios relacionados ao sono.



Eles sugeriram que as desigualdades sociais podem desempenhar um papel nas doenças cardiovasculares, que incluem doenças cardíacas e derrames.


Os dados do estudo vieram de 111.205 participantes em quatro países europeus.


O status econômico foi classificado como baixo, médio ou alto, dependendo da ocupação do participante e da ocupação do país. O nível de escolaridade também foi considerado.


O sono normal foi classificado entre 6 e 8,5 horas. Menos que isso foi classificado como sono curto e mais que isso como sono longo.



O estudo basicamente conclui que menores horas de sono (sono curto) têm um impacto adverso na saúde e provável aumento do risco de doença cardíaca.


Os cientistas acrescentam que o status socio econômico também pode afetar outros fatores de risco para doenças cardiovasculares, como a falta de acesso à saúde e lazer.


Atividades como exercícios físicos, meditação e uma dieta saudável, podem ajudar no controle do sono e consequentemente na saúde do coração.


Os médicos também afirmam que o investimento do governo em saúde e infraestrutura é muito importante para o bem estar da população em geral.



Fonte:HealthLine.

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