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Coronavírus, Atualização Part. 6:


Mais de 100.000 pessoas foram diagnosticadas com o novo coronavírus (COVID-19) em todo o mundo, segundo dados levantados hoje pela Universidade Johns Hopkins, EUA - com pelo menos 3.015 mortes na China e 267 mortes em outras partes do globo, a maioria na Itália e no Irã.


Pelo menos 1.200 das novas infecções estão no Irã nas últimas 24 horas, o maior salto do país desde o início do surto. O Ministério da Saúde do Irã acrescentou, hoje de manhã, que 124 pessoas morreram.


Na França, 200 novos casos de COVID-19 foram confirmados da noite para o dia, enquanto a Índia e a Coréia do Sul também relataram um aumento no número de infecções.


Além disso, o número de mortes nos Estados Unidos por coronavírus aumentou para 12, quando King County, no estado de Washington, registrou a última morte na quinta-feira.




O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde alertou os governos que a disseminação internacional contínua do novo coronavírus "não é um treinamento" e exigirá ações significativas para que as autoridades de saúde pública contenham o surto.


O vírus se espalhou para mais de 80 países e territórios desde que foi identificado pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan em dezembro do ano passado.


A Comissão Nacional de Saúde Chinesa, informou que até o final do dia de quinta-feira (5/3), 3.042 pessoas haviam morrido após a contração do vírus no país e 80.552 casos foram confirmados. Mais de 53.700 pacientes se recuperaram e receberam.


No Brasil:



O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (6) o mais recente balanço sobre o novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil.


Os principais dados do boletim apontam:

- 13 casos confirmados, eram 8 casos no balanço de quinta-feira.


- 4 estados têm casos: SP (10), RJ (1), ES (1) e BA (1); há um caso no DF que aguarda contraprova.


- 768 casos suspeitos, eram 635 no boletim anterior.


- 480 casos foram descartados desde o início do monitoramento.

O aumento do número de casos entre quinta e sexta-feira está concentrado em São Paulo. No boletim anterior, o estado tinha seis casos. Entre eles, quatro classificados como importados e outros dois como transmissão local.



O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, explicou que não há ainda registro de circulação indiscriminada do vírus, também chamada de transmissão "sustentada" ou "comunitária" do vírus. Segundo o secretário, essa forma só ocorre agora atualmente em países como China, Coreia do Sul e Itália.


A identificação da transmissão local no Brasil não mudou as condutas e ações tomadas pelo governo até o momento, segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira.


"As medidas até o momento continuam ser de preparação e organização dos serviços de saúde, porque não temos a transmissão comunitária no Brasil e não temos muitos casos em comparação com outros países", disse Oliveira.


"Mas estamos observando os protocolos de outros países que estão vivenciando a epidemia para evitar que se cometa os mesmos erros que eles cometeram."



Brasil não adota terceiro critério da OMS para casos suspeitos:


No entanto, a médica sanitarista Ana Freitas Ribeiro, do serviço de epidemiologia do Instituto Emilio Ribas, diz que as medidas adotadas pelo governo até agora são insuficientes para monitorar a evolução da epidemia e detectar a transmissão comunitária no país.


Ela afirma que o sistema de vigilância epidemiológica na rede pública vem até o momento atuando de forma "passiva", ao examinar apenas os pacientes que procuram os serviços de saúde e apresentam os critérios clínicos e epidemiológicos adotados pelo Ministério da Saúde para casos suspeitos.


Essas pessoas devem apresentar febre e algum outro sintoma respiratório e ter viajado para algum país onde há transmissão local ou ter entrado em contato com algum caso suspeito ou confirmado de infecção.


Ribeiro diz que o Ministério da Saúde deveria ampliar essa definição para englobar um terceiro critério estabelecido pela OMS.


Desde 27 de fevereiro, a organização diz que deve ser considerado um caso suspeito "um paciente com infecção respiratória aguda grave que requer hospitalização e não há outra causa que explique completamente a condição clínica".


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Fonte:BBC/Globo/CNN/Aljazeera/Elpais.

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