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Atualização sobre o Covid-19, Part:16:


Mundo: Autoridades de 214 países e territórios registraram mais de 4.444.000 novos casos de Covid-19 em todo o mundo, desde que a China relatou seus primeiros casos à Organização Mundial da Saúde (OMS) em dezembro. A pandemia atingiu todos os continentes, exceto a Antártica. A grande maioria dos casos e mortes está agora fora da China continental. A doença atingiu especialmente os Estados Unidos. Cerca de 1.420.000 casos foram relatados no país e 85.906 pacientes morreram. O diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, Dr. Anthony Fauci, calculou a taxa de mortalidade do vírus em cerca de 2%, enquanto a OMS estimou 3,4%. O número de casos na Rússia ultrapassou 250.000, mas novas infecções diárias caíram abaixo de 10.000 pela primeira vez em quase duas semanas.


O chefe do escritório europeu da Organização Mundial da Saúde disse que a disseminação do coronavírus pela Europa está diminuindo, mas ele acrescentou que "não há espaço para complacência". Espanha e Itália, dois dos países mais atingidos da Europa, relataram aumentos nas mortes diárias, já que os dois países começam a diminuir as restrições de isolamento. As autoridades de ambos os países estão preocupadas com a segunda onda do surto, depois que as tendências da semana passada viram uma contagem decrescente de mortes. As autoridades sanitárias francesas anunciaram na quinta-feira 351 novas mortes no COVID-19, totalizando 27.425. Isso, mais uma vez, coloca o país acima da Espanha para o quarto maior número de mortes no mundo. A França passou pela primeira vez o número de mortes na Espanha na terça-feira. No geral, o número de casos e mortes na França está em trajetória descendente após um bloqueio de 55 dias que foi suspenso no domingo. O número de novos casos na quinta-feira aumentou 622, totalizando mais de 141.000. Durante o auge da epidemia em 31 de março, a França registrou mais de 7.500 novas infecções em 24 horas.


Brasil: O Brasil se aproxima dos 14.000 mortos pelo covid-19 e ultrapassa 200.000 infecções. De acordo com o mapa do Ministério da Saúde, em 2.988 cidades do país já foram registrados casos da doença. E em outros 1.087 municípios já ocorreram óbitos por conta da covid-19.

No Brasil, a média de aumento diário dos casos de covid-19 foi de 7,3%. Na Região Nordeste, os estados com maior velocidade de disseminação do vírus são a Paraíba, com 10,4%; e Maranhão, 8,9%. Na Região Norte, os de maior intensidade de aumento da epidemia são Pará (10,4%) e Amazonas (9,1%). No Sudeste, os estados com evolução mais rápida da pandemia são Rio de Janeiro ( 6,4%) e São Paulo (6,1%). No Sul, Rio Grande do Sul (5,8%) e Santa Catarina (5,1%). E no Centro-Oeste, Mato Grosso (7,2%) e Distrito Federal (6,8%).

Segundo o secretário, até o momento foram identificados 199.768 profissionais de saúde com suspeita de covid-19. Destes, 31.790 foram confirmados e 114.301 estão em investigação. Do total dos casos suspeitos, as modalidades mais atingidas são técnicos ou auxiliares de enfermagem (34,2%), enfermeiro (16,9%), médico (13,3%), recepcionista (4,3%).


De acordo com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, o surto do novo coronavírus no Brasil está "apenas começando". O médico e político filiado ao partido Democratas ainda alertou que atritos gerados pelo governo brasileiro com a China podem provocar consequências negativas para o país no âmbito internacional. OMS, saúde mental e proteção das crianças: O novo coronavírus está causando problemas de saúde nas pessoas de maneira que, à primeira vista, parece ter pouca conexão com os efeitos primários do vírus. As Nações Unidas alertam para novos riscos para as crianças e um estorvo subsequente da doença mental. Os governos de todo mundo estão notando as conseqüências não intencionais dos bloqueios e outras restrições, incluindo o aumento da violência doméstica. No México, por exemplo, uma decisão de proibir a venda de álcool foi seguida por dezenas de mortes depois que as pessoas bebiam álcool caseiro contaminado.


Milhões de crianças correm o risco de morrer, disseram as Nações Unidas nessa quarta-feira, não do Covid-19, mas de causas evitáveis. Incapaz de obter atendimento em hospitais que lutam contra o vírus, mais de um milhão de crianças com 5 anos ou menos morrem a cada seis meses, informou o UNICEF em um relatório recente. Os mais jovens também estão em risco de uma condição inflamatória grave e potencialmente mortal, um novo estudo que forneceu as evidências mais fortes de que a síndrome está ligada ao coronavírus. A condição, chamada síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica, foi relatada em cerca de 100 crianças em Nova York, e pontua mais em outros lugares nos Estados Unidos e na Europa. Organização Mundial da Saúde, o órgão de saúde que trabalha para coordenar os esforços globais de combate à doença, alertou ontem (quinta) sobre uma crise iminente de doença mental, resultado do "isolamento, medo, incerteza, turbulência econômica", provocada pela pandemia.


Devora Kestel, chefe do departamento de saúde mental da organização, que apresentou o relatório, disse que o mundo pode esperar ver um aumento na gravidade da doença mental, principalmente em crianças e profissionais de saúde. "A saúde mental e o bem-estar de sociedades inteiras foram severamente afetados por esta crise e são uma prioridade a ser tratada com urgência", disse ela. Continue o isolamento, preste atenção na sua saúde mental e física! Se inscreva no blog para receber emails com artigos semanais super interessantes! Fonte:NYtimes/CNNhealth/AgenciaEBC/OlharDigital.

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