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Atualização sobre o COVID-19 no Brasil e Mundo:




O ritmo da pandemia do novo coronavírus está acelerando em todo o mundo, com quase 700.000 novas infecções confirmadas na última semana, depois que o patógeno encontrou maiores bases na América Latina e no Oriente Médio.


Até agora, o vírus infectou mais de 5,7 milhões de pessoas mundialmente e matou pelo menos 357.000, segundo dados oficiais.


Os surtos se aceleraram especialmente na Argentina, Brasil, Colômbia, México e Peru, com o número de casos dobrando em alguns países a cada duas semanas. Na última terça-feira, a Organização Mundial da Saúde disse que considerava as Américas o novo epicentro da pandemia.


Nos Estados Unidos, que registraram mais de 100.000 mortes, mais do que qualquer outro país, a taxa de crescimento se estabilizou. Mas os especialistas acreditam que seus casos ainda estão sendo subestimados, apesar de haver pelo menos 1,7 milhão de infecções conhecidas, e temem que a reabertura prematura da economia em alguns estados possa levar a novos surtos.



Novos casos estão diminuindo na França, Itália, Espanha e Reino Unido após o pico da pandemia, com um total de mais de 126.000 mortes.



Brasil:


O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (28), que 26.417 novas pessoas foram incluídas na estatística de infectados pela covid-19, totalizando 438.238 casos confirmados. O resultado marcou um acréscimo de 26.417 em relação a ontem (27), quando o número de pessoas nesta condição estava em 411.821

A atualização do ministério registrou 1.156 novas mortes, chegando a 26.754. O resultado representou um aumento de 1.156 em relação a ontem, quando foram contabilizados 25.598 óbitos por covid-19.


Do total de casos confirmados, 233.880 estão em acompanhamento e 177.604 foram recuperados. Há ainda 4.211óbitos sendo analisados.

A letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 6,1%. Já a mortalidade foi de 12,7 por 100 mil habitantes.



São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.980). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.856), Ceará (2.733), Pará (2.704) e Pernambuco (2.566).



Tratamento de Plasma:


Na busca por um tratamento eficaz para o COVID-19, um antigo método de combate a doenças infecciosas ressurgiu recentemente: transfusões com plasma convalescente.


Este método tem uma premissa simples. O sangue de pessoas que se recuperaram de uma infecção contém anticorpos. Anticorpos são moléculas que aprenderam a reconhecer e combater os patógenos, como vírus, que causam doenças.


Os médicos podem separar o plasma, um dos componentes do sangue que contém esses anticorpos, e administrá-lo a pessoas cujos corpos estão atualmente combatendo uma doença infecciosa. Isso pode ajudar o sistema imunológico a rejeitar o patógeno com mais eficiência.



Recentemente, pesquisadores e profissionais de saúde têm estudado a possibilidade de usar esse método para tratar pessoas com COVID-19, a doença respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2.


Nos Estados Unidos, um grupo de pesquisadores e médicos de 57 instituições, incluindo a Universidade Johns Hopkins, a Faculdade de Medicina Albert Einstein e a Escola de Medicina Icahn no Monte Sinai, estão investigando e aplicando a terapia com plasma convalescente para o COVID-19.


Esta é uma iniciativa combinada - chamada “Projeto Nacional de Plasma Convalescente COVID-19” - nascida após a publicação de um artigo no The Journal of Clinical Investigation em março de 2020.


O artigo defendeu os méritos potenciais da terapia passiva com anticorpos no tratamento de COVID-19.



Diferentemente das vacinas, cujo desenvolvimento leva tempo, ou de medicamentos experimentais, que precisam passar por vários estágios diferentes de teste antes de obter aprovação formal, essa abordagem permite que os médicos usem o que já está lá - o sangue daqueles que se recuperaram da doença.


A pesquisa segue a todo vapor.




Enquanto isso, a melhor forma de combate ao vírus continua sendo o isolamento.



Fique em casa e proteja a todos!




Fonte:TheNYtimes/AgenciaBrasilEBC/ElPais/MedicalNewsToday.

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