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Atualização semanal sobre o COVID-19, Parte. 13:

Covid no Mundo:

O novo coronavírus continua se espalhando pelo mundo, com mais de 2,7 milhões de casos confirmados, agora em 185 países. Pelo menos 190.000 pessoas morreram. Os EUA têm de longe o maior número de casos, com quase 870.000 infecções confirmadas, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Isso é mais de 10 vezes o número oficial relatado pela China. O país também tem o maior número de mortos no mundo, com quase 50.000 mortes (16.000 somente na cidade de Nova York). Espanha, Itália e França - os países europeus mais atingidos - registraram mais de 20.000 mortes, enquanto o Reino Unido sofreu mais de 18.000. Na China, o número oficial de mortos é de pouco mais de 4.600, dos 83.800 casos confirmados. O número de mortes aumentou em 17 de abril, após o que as autoridades chamaram de "uma revisão estatística". Críticos do governo chinês questionaram se os números oficiais do país podem ser confiáveis.


As autoridades do país suspenderam muitas das medidas rigorosas adotadas para controlar a doença, incluindo a proibição de todas as viagens de e para Wuhan - o primeiro lugar a ser isolado. Após a descoberta do vírus no final do ano passado, o surto foi declarado uma pandemia global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março. Embora se saiba que mais de 2,7 milhões de pessoas foram infectadas em todo o mundo, acredita-se que o número real seja muito maior, pois muitas das pessoas com sintomas mais leves não foram testadas e contadas. Enquanto alguns países estão começando a diminuir as restrições onde se acredita que os picos de doenças tenham passado, como na Europa e na África do Sul, outros só agora começam a ver os casos e fatalidades começarem a aumentar. Em toda a América Latina, onde muitas economias já estão lutando e milhões vivem com o que podem ganhar no dia-a-dia, há preocupações sobre a tensão que o crescente número de casos de vírus pode causar nos sistemas de saúde.


O Equador já viu seu sistema de saúde entrar em colapso - milhares morreram devido ao vírus e outras condições que não puderam ser tratadas por causa da crise. Necrotérios e funerárias foram sobrecarregados. As autoridades do país confirmaram na quinta-feira que o total de casos de coronavírus no país era duas vezes maior do que o confirmado anteriormente, com autoridades adicionando 11.000 novas infecções resultantes de atrasos nos testes. Outros suspeitam que os números sejam muito mais altos ainda. O Brasil também viu um aumento acentuado em casos e fatalidades, com todos os estados do maior país da América do Sul afetados. Mas teme-se que os números oficiais do país não reflitam a verdadeira escala da crise. Brasil: O Ministério da Saúde registra 49.492 casos de coronavírus no Brasil e 3.313 mortes até as 14h desta quarta-feira (22), segundo informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

Até agora, do total de casos confirmados, 26.573 pessoas são consideradas recuperadas, correspondendo a 54% dos casos diagnosticados e outras 19.606 permanecem em acompanhamento.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 3.735 novos casos e 407 novos óbitos. "A gente teve um aumento nos óbitos acima do que vinha acontecendo anteriormente. Ainda não é possível dizer se isso representa um esforço em fechar os diagnósticos ou se representa uma tendência de aumento. Como falei ontem, a gente avalia todo o dia o que está acontecendo, até hoje à tarde e, a partir dos dados novos, definimos as novas ações", explicou o ministro da Saúde, Nelson Teich.

Atualmente, 1.269 óbitos aguardam investigação laboratorial. Com a chegada de mais testes de diagnóstico aos estados e melhoria de fluxo dos laboratórios, essa espera pelo resultado tem sido reduzida. Para se ter uma ideia, dos 407 óbitos confirmados hoje por COVID-19, 112 ocorreram nos últimos três dias e os demais (295) antes desse período. Nova análise sobre o vírus e doenças crônicas: Um novo estudo de milhares de pacientes com coronavírus hospitalizados na área de Nova York, o epicentro do surto nos Estados Unidos, descobriu que quase todos eles tinham pelo menos uma condição crônica de saúde importante e a maioria - 88% - tinha pelo menos duas.


Embora pesquisas anteriores tenham mostrado que condições crônicas como obesidade, pressão alta e diabetes são fatores de risco comuns para a forma de Covid-19 grave, a onipresença de condições médicas nesses pacientes foi impressionante: apenas 6% deles não tinham condições de saúde subjacentes. O artigo, publicado no Journal of American Medical Association, analisou dados de 5.700 pacientes com Covid-19 admitidos entre 1 de março e 4 de abril em uma dúzia de hospitais na cidade de Nova York. Isolamento: Especialistas de todo o mundo afirmam que o isolamento ainda continua sendo nossa maior arma contra o vírus. Fique em casa e se previna! Fonte:NYtimes/BBC/ElPais/Saude.Gov.

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